Doação de Medicamentos

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Acne no verão


Nesses dias quentes do verão, a atenção deve ser redobrada com os cuidados da pele. Nessa estação (a mais quente do ano), o período de incidência dos raios ultravioleta é mais longo, as pessoas passam mais tempo expostas ao sol e vão à praia com maior frequência.


Ainda existem os efeitos da ação do sal e do cloro. Neste caso, vale confiar no velho ditado popular “prevenir é melhor do que remediar” e seguir dicas simples para evitar problemas.


Dicas para quem tem acne no verão

Usar um bom protetor solar em gel.

>>> Evita que a pele fique mais inflamada e previne manchas de sol.

Escolher um sabonete que seja redutor da oleosidade sem ressecar demais a pele.

>>> Quanto mais o sabonete resseca a pele, mais gordura a pele produz para compensar a eliminação desta pelo sabonete.

Usar hidratante à base de aloe vera.

>>> Além de hidratar sem deixar a pele oleosa, este tipo de hidratante tem efeito calmante sobre a pele.

Fazer limpeza de pele 1 a 2 semanas antes da exposição ao sol.

>>> Isto fará com que a pele fique livre de cravos e espinhas quando o paciente for à praia ou piscina.

Abusar da água, sucos, chás e frutas.

>>> A hidratação é fundamental para o equilíbrio do metabolismo corporal, incluindo diminuir processos inflamatórios como os da acne. Além disso, abusar de frutas, vegetais e folhas também é indicado pela riqueza de radicais livres presentes nestes alimentos, fazendo com que o sistema imunológico fique reforçado.

Evitar comidas gordurosas e de difícil metabolismo.

>>> Este tipo de alimento ajuda a inflamar mais a pele e acaba permitindo o aparecimento da acne severa.

>>> Procurar um médico para saber que produtos podem e devem ser utilizados nesta estação do ano em virtude da exposição maior ao sol.


Você sabia que:

Apesar da oleosidade da pele não aumentar no verão, os poros costumam ficar mais obstruídos por causa do suor, dos protetores solares e da descamação causada pelas queimaduras?


Protetores solares:

Alguns realmente podem aumentar a acne. Além da limpeza no verão, o mais importante é escolher o filtro solar que combina com a sua pele. Existe uma infinidade de produtos no mercado e alguns realmente podem aumentar a acne e as alergias cutâneas. Por isso, não hesite em procurar um dermatologista se você estiver com dificuldade de encontrar um produto que combine com você.


Cuidados com a pele no verão

>>> Alimente-se saudavelmente: frutas, legumes. Evite frituras e condimentos.

>>> Beba bastante líquido, água e sucos naturais.

>>> Evite alimentos artificializados, refrigerantes em excesso.

>>> Use roupas leves e de tecidos de algodão. Evite tecidos sintéticos e roupas muito justas.

>>> Não tome banhos quentes e muito prolongados, pois prejudicam a camada protetora da pele. Não use buchas ou esponjas.

>>> Enxugue suavemente, sem friccionar a toalha em sua pele.

>>> Se tomar mais de um banho por dia, passe o sabonete nas partes íntimas, axilas e nos pés, mas lave o resto do corpo apenas com a água para evitar ressecamento.


Mas o que é acne?

Acne é uma doença inflamatória da pele. A sua frequência é maior na adolescência, quando o nível elevado de hor-mônios sexuais causa o aumento da secreção de sebo pelas glândulas sebáceas, provocando o aparecimento de espinhas, bolhas e pontos negros principalmente no rosto, costas, peito e ombros.

Às vezes, os poros bloqueados se infeccionam, aparecendo bolhas cheias de pus. Muito co-mumente se coça ou espreme essas bolhas, causando o agravamento da infecção e podendo deixar cicatrizes ou manchas.


Consequências da acne

A acne, conforme o tipo das lesões, pode causar cicatrizes em alguns casos, e é esta a sua única consequência visível a longo prazo. Suas consequências mais preocupantes são na verdade as psicológicas. Ocorre, conforme o grau, grande redução da autoestima, vergonha de sair de casa e depressão.

Procure orientação com um Dermatologista! Ele é o profissional que vai avaliar o grau de severidade da acne e o tratamento adequado.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Morre o ex-prefeito de Guaíba Nelson Cornetet


Velório ocorrerá na Câmara de Vereadores


Às 6h deste sábado, morreu o ex-prefeito de Guaíba, Nelson Cornetet, 67 anos, que se recuperava de uma cirurgia no
Hospital Divina Providência, em Porto Alegre.
O velório ocorre durante o sábado e o sepultamento estava previsto para as 17h.
Cornetet estava internado desde segunda-feira. Na terça, os médicos haviam retirado um tumor do fígado.
Cornetet trabalhou como prefeito de Guaíba por duas administrações e também atuou como vice-prefeito. A última gestão foi de 1996 a 2000.
Na época, foi um dos protagonistas da polêmica envolvendo a saída da Ford do município que gerou críticas ao governo Olívio Dutra (1999-2002). Quando a empresa desistiu da implantação da fábrica na cidade, chegou a chorar. — O ex-prefeito foi o responsável por alavancar o município por meio de obras. Mostrou como é linda a nossa cidade e a capacidade de se fazer investimentos — disse o vereador Caio Larrea (PPS), amigo da família e vereador há 16 anos. O ex-prefeito era formado em Direito e Ciências Contábeis.
Filiado ao PTB, Cornetet migrou para o PPS após o racha no PMDB que levou dezenas de peemedebistas de relevo, como o ex-governador Antônio Britto, a irem para o PPS. Atualmente, o ex-prefeito estava trabalhando como assessor do deputado estadual Berfran Rosado (PPS), que assumirá a Secretaria do Meio Ambiente.
Em 2008, o ex-prefeito tentou retomar a prefeitura, mas perdeu a disputa para o adversário Henrique Tavares (PTB). Ficou em segundo lugar ao conquistar 13.374 votos (22,69% do total). A campanha eleitoral foi marcada pela preocupação de Cornetet em evitar o inchaço populacional que provocaria uma maior demanda por serviços públicos em educação e saúde.
Cornetet deixa mulher, uma filha, netos e bisnetos.
Fonte: Zero Hora
Considero Nelson Cornetet o maior prefeito que vi administrar esta cidade provinciana. Era odiado por muitos, mas também, idolatrado por uma multidão. Um homem de forte personalidade, daqueles de não levar "desaforo para casa", o que tinha que falar era dito na cara do indivíduo, não importava o local, a maneira de falar ou a posição social do mesmo.
Vá em paz prefeito! A vida não termina aqui.
Emerson

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Idoso mistura 5 ou mais remédios


Pesquisa aponta que no mínimo 10% dessa população utiliza combinações de drogas de alto risco. Maior parte dos problemas surge no uso concomitante de anticoagulantes com remédios de venda livre, como anti-inflamatórios.

Mais da metade dos idosos nos Estados Unidos toma cinco ou mais medicamentos diferentes ao mesmo tempo, aumentando o risco de interações medicamentosas potencialmente perigosas, de acordo com um estudo publicado em dezembro passado no "Jama" (jornal da associação médica americana). Realizada pelos National Institutes of Health e pela Universidade de Chicago com 2.976 adultos com idades entre 57 e 85 anos, a pesquisa aponta que no mínimo 10% dessa população utiliza combinações de alto risco e que a maioria dos problemas ocorre com o uso concomitante de anticoagulantes vendidos sob prescrição com medicamentos de venda livre, como aspirina, suplementos, como gingko biloba, e remédios anti-inflamatórios.

Todas essas substâncias são bastante indicadas para problemas de saúde que são comuns ao envelhecimento, como os cardiovasculares e reumáticos.Especialistas brasileiros dizem que o quadro pode ser aplicado para a situação no Brasil e que pesquisas menores ou localizadas apontam na mesma direção.

Maurício Wajngarten, diretor da cardiogeriatria do InCor (Instituto do Coração) do Hospital das Clínicas de São Paulo, diz que "no banco de dados do setor de geriatria do InCor, verificamos que os pacientes tomam, em média, cinco a seis remédios diferentes". Para ele, individualmente os medicamentos podem ser excelentes e indicados para cada doença, mas, quando combinados, possibilitam inúmeras interações. "Tratar tudo ao mesmo tempo é arriscado. É preciso que o médico, junto com o paciente, priorize os tratamentos e se mantenha informado sobre as possíveis interações do medicamento que vai receitar."


Risco hemorrágico

Um estudo feito em 2007 com 155 idosos internados no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, identificou uma média de quatro interações potencialmente arriscadas por paciente. O efeito mais observado das interações foi o aumento de risco de sangramento e hemorragia, em 36% dos casos. "Isso está relacionado com o uso de anticoagulantes", de acordo com Juliana Locatelli, farmacêutica clínica da unidade de geriatria do Albert Einstein, que realizou o estudo. Outro trabalho feito em 2007, na Santa Casa de São Paulo, mostrou que 41% dos idosos tomam remédios inadequados ou em doses excessivas para a faixa etária.

O responsável pelo estudo, Milton Gorzoni, coordenador da geriatria da Santa Casa, diz que, no Brasil, a população idosa toma entre três e cinco remédios diferentes ao mesmo tempo, em média. "Cada remédio que se acrescenta ao paciente aumenta em 10% a chance de interações indesejáveis. Isso significa que o idoso tem entre 30% e 50% mais riscos de problemas relacionados aos remédios."


Metabolização

O perigo também aumenta por características próprias do envelhecimento. "A metabolização das drogas é diferente no idoso. Geralmente, a eliminação das substâncias [dos medicamentos] é feita pelos rins, e o aumento da idade causa alterações na função renal", diz Climeu Almada, geriatra do hospital Albert Einstein e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). O grupo de maior risco, de acordo com Almada, é o de pessoas com mais de 85 anos de idade, de baixo peso, com seis ou mais doenças, que tomam 12 ou mais doses diárias de remédios e que já sofreram algum efeito adverso de medicamento anteriormente.

Para Luiz Roberto Ramos, professor de medicina preventiva e diretor do Centro do Envelhecimento da Unifesp, "as doenças causadas pelo uso de múltiplos medicamentos por idosos é um dos grandes problemas da saúde pública". Ramos lembra que, além das prescrições, a automedicação com remédios de venda livre e suplementos agrava o problema. É comum, segundo ele, o idoso ter de tomar um novo remédio para tratar efeitos causados por outro medicamentos, o que é chamado de iatrogenia -doença causada pelo tratamento. "É muito mais frequente o especialista perguntar [ao idoso] "O que o senhor tem?", e não "O que está tomando?". Isso cria uma cascata medicamentosa, em que um remédio vai sendo acrescentado ao outro, aumentando a chance de complicações", diz.


Fonte: Folha de S. Paulo

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Pesquisa revela risco de usar Vick VapoRub em criança menor de 2 anos



O Vick VapoRub, unguento muito utilizado para aliviar sintomas de resfriado e congestão nasal, pode causar problemas respiratórios graves em crianças com menos de 2 anos.


Pesquisa publicada hoje na revista científica americana Chest afirma que o produto pode estimular a produção de muco e inflamar as vias aéreas, cenário perigoso para crianças pequenas.A embalagem traz a informação de que o "medicamento não deve ser utilizado em crianças menores de 2 anos". E acrescenta: "Para crianças entre 2 e 6 anos, consulte um médico." Mas muitos pais não leem a indicação ou usam ainda por costume familiar. Também é comum a utilização do unguento embaixo ou dentro do nariz, prática contraindicada na embalagem - "não ingira nem coloque dentro das narinas" -, embora em letras pequenas.


A Procter & Gamble, empresa responsável pelo Vick VapoRub, divulgou nota à imprensa em que "enfatiza a importância de seguir as instruções de uso do produto conforme descritas na rotulagem" e afirmou que "trabalha globalmente com agências reguladoras e entidades pediátricas para se certificar de que os pais sigam corretamente as orientações de uso".


Especialistas ouvidos pela reportagem afirmam que o Vick VapoRub pode causar irritação das vias respiratórias e aumentar a produção de muco em pessoas de qualquer idade, mas que as consequências são potencialmente mais graves em crianças menores de 2 anos. "Vick VapoRub não faz bem para ninguém. Ele irrita as vias aéreas, o que causa um alívio imediato, mas o uso frequente pode levar o paciente a desenvolver rinite crônica", afirma o médico Fabrízio Romano, da Academia Brasileira de Rinologia. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.


Fonte: Estadão

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Chás ajudam a restabelecer o organismo depois dos excessos de fim de ano





Confraternizações de fim de ano geralmente são regadas a bebidas, comidas e, muitas vezes, excessos. Para reparar os danos causados pelo consumo além da conta das delícias de natal e réveillon, aposte em um cardápio leve no dia seguinte, hidrate-se bem e tome bastante chá.


Poderosa, essa bebida ajuda a desintoxicar, eliminar o excesso de líquidos, estimular o funcionamento dos órgãos e ainda permite que você controle a ansiedade e desacelere um pouco. Confira as sugestões de Jorge Sabongi, proprietário da casa de chá egípcia Khan el Khalili, para recuperar a energia e começar o ano bem disposto.


Para quem comeu gordura em excesso, para amenizar o mal-estar, opte pelo chá de hortelã ou menta, que melhora o funcionamento do intestino e alivia a azia causada pela indigestão.


Para quem exagerou na dose, bebeu demais? Prepare um chá de alfazema. Essa erva é tiro e queda contra a insônia e a dor de cabeça.


Desintoxicar corpo, para fazer uma faxina geral no organismo, tome chá de erva cidreira. Além de purificar o corpo e eliminar toxinas, ela tem ação calmante.


Eliminar líquidos e desinchar - Guaraná promove uma verdadeira limpeza no organismo, purificando os rins e eliminando líquidos retidos.


Pique para voltar ao trabalho, para conquistar uma dose extra de energia, aposte no ginseng coreano. Ele tem propriedades estimulantes.


Além disso, dê preferência às ervas naturais em vez de saches e evite adicionar açúcar para não alterar o paladar. Mel é melhor opção.



Fonte: Abril Saúde

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Perigos de um intestino preguiçoso


Mau humor, barriga inchada e uma sensação de desconforto constante. Esses são apenas alguns dos sintomas causados pela constipação intestinal crônica, o nome científico dado ao popular intestino preguiçoso. O que a maioria das pessoas ainda desconhece são os males que tanto o descaso de quem já se acostumou a não usar o banheiro, quanto a automedicação - com o uso prolongado de laxantes - podem provocar à saúde.



"As pessoas acham normal ficar quatro ou cinco dias sem conseguir ir ao banheiro. Por isso, não procuram o especialista", alerta Pedro Bertevello, gastroenterologista do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. A atitude é arriscada. De acordo com o médico, o hábito de não evacuar adequadamente pode estar relacionado à presença de tumores intestinais e de inflamações no aparelho digestivo.Além de poder esconder um problema mais grave, o descaso com essa "preguiça" intestinal ainda pode gerar outros incômodos, bem mais constrangedores. O médico Pedro Bertevello garante que, ao permanecerem estocadas por vários dias no corpo, as fezes ressecam e podem provocar hemorróidas e fissuras, por exemplo.Para quem insiste em afirmar que não sente a mínima vontade de usar o banheiro, os especialistas alertam: "É preciso esquecer essa história de vontade e criar o hábito. Como tudo na vida, para isso também é necessário treinamento", esclarece Eduardo Berger, gastroenterologista do Hospital Prof. Edmundo Vasconcelos.




Vida corrida e fatores emocionais também não deveriam ser usados como desculpa para deixar de atender a essa reação fisiológica - tão natural quanto comer e tomar banho todos os dias. Muitas pessoas por vergonha de usar um banheiro fora de casa ou pela tão criticada falta de tempo desenvolvem a mania de segurar essa necessidade orgânica. Resultado: o hábito gera uma perda do reflexo, até que, ao longo dos anos, a tal "vontade" finalmente desaparece.




Não é à toa que a maioria das queixas contra o mau funcionamento do intestino parte da ala feminina. "As mulheres têm mais pudores que os homens e foram acostumadas a ouvir desde pequenas que é muito feio fazer fora de casa", lembra Carlos Pareja, gastroenterologista e professor da Unicamp. "O fato, portanto, não tem nada a ver com diferença fisiológica entre os sexos. É algo cultural somado aos maus hábitos alimentares", completa. Para funcionar como um reloginho. Uma forma eficiente para terminar com o desconforto depois de dias sem evacuar é recorrer aos laxantes.




Mas aí está outra armadilha. "O uso prolongado desses remédios faz com que o intestino perca seu funcionamento habitual", alerta Bertevello.Os remédios são realmente eficientes, mas sua ação é tão intensa que provoca uma disenteria, ou seja, a eliminação excessiva de líquidos. "O medicamento desenvolve outro problema: a diarréia", completa Berger.Para reverter a situação e deixar o seu "reloginho intestinal" funcionando nos eixos, a solução é a conhecida, porém pouco seguida, cartilha da vida saudável. "É preciso ter tempo para se cuidar. Tem que haver uma rotina que inclua a dieta alimentar rica em fibras, práticas de exercícios físicos regularmente e a ingestão de bastante líquido", explica Pedro Bertevello.




Dicas práticas para acertar os seus ponteiros:




- Coma de duas a três unidades por dia dos seguintes alimentos: castanha-do-pará, tâmara, nozes, damasco e ameixa preta. "Esta é uma forma prática de recuperar o hábito de evacuação", garante Pareja.


- Aproveite a fruta até o bagaço, principalmente laranja e tangerina.


- Dê preferência ao pão preto, pão de centeio, arroz e macarrão integrais.


- Inclua as fibras na sua vida. Mas caso você não goste ou não ingira a quantidade suficiente por meio dos alimentos in natura - o recomendável é 20g por dia


- recorra às fibras solúveis. "Ao contrário do que muitos pensam, esse tipo de suplemento não vicia. As fibras são um combustível para o bom funcionamento do intestino e precisam ser ingeridas diariamente", explica Bertevello.


- Use as bactérias probióticas a seu favor. O nome pode parecer estranho, mas esses organismos vivos compõem vários iogurtes e outros derivados do leite. "Os probióticos são ativos que ajudam a manter a flora intestinal em ordem. Mas é preciso ter cuidado, pois algumas pessoas têm intolerância a lactobacilos, por exemplo, o que pode acarretar uma diarréia", esclarece o gastroenterologista do Hospital Beneficência Portuguesa.


- Arrume um espaço na agenda para "visitar o banheiro". "Fique pelo menos por 15 minutos todos os dias sentado no vaso. Mas nada de fazer força excessiva. Mantenha essa regra independentemente se irá evacuar ou não. Essa é uma forma de treinar seu intestino a trabalhar sempre no mesmo horário", ensina Eduardo Berger.



Fonte: Terra vida e saúde