Doação de Medicamentos

Medicamentos dentro do prazo de validade podem ser doados no Hospital Militar ou na Igreja do Rosário
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sábado, 19 de novembro de 2011

CFF reage contra personagem de farmacêutico no programa "A Grande Família"


sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Brasília, 18 de novembro de 2011.

Senhor Diretor-Geral,

O episódio intitulado “Vide Bula”, do programa “A grande Família”, que foi ao ar, na noite de ontem (17.11.11), trouxe inverdades e agressões à Profissão farmacêutica que resultaram em um grande número de manifestações de farmacêuticos, em todo o País, e nos deixaram perplexos, pelo grau de incorreções veiculadas sobre a nossa amada Profissão.

Ainda que saibamos tratar-se de uma obra coletiva de ficção baseada na livre criação artística e sem compromisso com a realidade, o referido programa, por outro lado, é um formador de opinião. Por conseguinte, entendemos que ele deve ter compromissos com a verdade das profissões, sim, como a Farmácia.

E a nossa verdade é outra da apresentada no programa de 17.11.11. Farmacêuticos são profissionais de nível superior, dotados de um alto grau de qualificação técnico-científica, além de humanismo, e que possuem grandes responsabilidades sociais.
São autoridades em medicamentos e, por questões éticas, humanísticas, técnicas e legais, jamais cometeriam ações tão abomináveis, como as que lhe foram imputadas em “A Grande Família” da última quinta-feira.

Um farmacêutico jamais iria prevaricar, dando “um jeitinho”, como fez o personagem Dr. Libório, dispensando antibiótico sem a apresentação da prescrição médica ou do dentista, nem um medicamento contra a insônia. Um farmacêutico sabe dos malefícios contidos na venda irracional desses produtos, a exemplo da resistência microbiana e da dependência psíquica.

Por isto, os profissionais, no Brasil inteiro – e sob a liderança do Conselho Federal de Farmácia -, sempre, defenderam o controle na venda de antibióticos e de outros produtos.
O Dr. Libório de “A Grande Família” é, portanto, um escroque e, pela pobreza manifestada em sua fala, é um leigo e não um farmacêutico. Por conseguinte, ele não traduz, em hipótese alguma, a natureza do farmacêutico.

Diante do exposto, solicitamos-lhe a correção dos equívocos.
Sem mais, agrademos pela atenção.

Jaldo de Souza Santos,
Presidente do Conselho Federal de Farmácia.

Fonte: news feifar

quarta-feira, 23 de março de 2011

Medicamentos de uso comum podem atrapalhar a vida sexual

Problemas de próstata também afligem os homens por medo de perderem a potência sexual. Mas, o homem que faz a cirurgia de próstata pode voltar a ter uma vida sexual normal, sem necessidade de prótese.

A consulta marca o início de uma nova fase no tratamento do carioca Edmilson, operado há quatro meses para a retirada de um tumor na próstata. A doença tão temida pelos homens provoca muitas mortes justamente pela falta do diagnóstico no tempo certo e também porque eles temem perder a potência sexual.

“O homem que fez cirurgia de próstata pode voltar a ter uma vida sexual normal, sem necessidade de prótese. Se ele era normal antes da cirurgia, nós hoje temos técnicas cirúrgicas que permitem que a gente aborde a lesão sem prejudicar a ereção. Logicamente, fica algum tempo comprometida, mas ela recupera. É tranquilo, fácil, já não é motivo de medo de nós médicos de termos sequelas no paciente”, explica o urologista Paulo Brito Cunha.

“A gente trata com medicamentos. Nós que trabalhamos na área da recuperação devemos enfatizar a gente só consegue recuperar, porque o cirurgião fez um ato cirúrgico muito bem feito”, reconhece Paulo Brito.

Casado, pai de dois filhos, o analista de sistemas Edmilson de Carvalho Éder sabia dos riscos da cirurgia na próstata, mas fez uma opção pela vida, enfrentou a doença e aconselha os homens a agir da mesma forma.

“Temos que encarar de frente, com tranquilidade, porque, nos tempos de hoje, a medicina está bem ativa, bem evoluída, e você poderá sobreviver e ter a sua vida sexual estabelecida a curto prazo, questão de um ano, que é o meu caso. Estou confiante, 100%. Estou com 57 anos, saudável, feliz, contente e vou viver muito mais tempo, espero”, conta ele.

Além de problemas com a próstata, medicamentos de uso bastante comum, a partir de certa idade, podem atrapalhar a vida sexual.

A depressão atinge 17% da população mundial e duas mulheres para cada homem. Nadir nunca imaginou ter problemas com antidepressivo, mas o remédio chegou a abalar um casamento nascido de um amor à primeira vista, em uma loja, há quase 40 anos.

“Conversei com ela enquanto atendia e falei: ‘vou te levar em casa’. Quando eu entrei na casa dela, ela me apresentou à mãe dela e eu falei assim: ‘a senhora está conhecendo agora o seu futuro genro’. Assim, na mesma hora. Levei ela em casa e nunca mais nos separamos”, conta o comerciante Norival Borges de Lima.

O casal até trabalha junto, na loja da família. Mas, no ano passado, depois de uma cirurgia para retirada do útero, Nadir começou a engordar, ficou insegura, entrou em crise.

“A médica passou fluxetina e falou: você vai se sentir melhor. Realmente, eu me senti melhor. Em termos da ansiedade, melhorei, comecei a emagrecer, adorei. Mas, por outro lado, estava deixando de sentir vontade de namorar com o meu marido e isso não estava bom”, lembra. “Uma vida, 37 anos de casada, meu marido inteirão. Pensei: ‘pronto, perdi o marido. Ele vai me trocar por duas de 27’”.

“Por mais que você se abstenha, você, como homem ainda na atividade sexual normal, você tem necessidade, você procura. E havia uma certa rejeição”, lembra Norival.

Nadir deixou de tomar o antidepressivo. “Eu acho que já melhorou bastante. Eu preciso até perder mais peso, mas, se eu tiver que tomar esse remédio, eu não vou perder. O custo é muito alto”, diz ela.

“O antidepressivo, especialmente os tricíclicos e aqueles inibidores da recaptação da serotonina, que são os mais administrados usualmente, acabam levando a uma maior produção de uma substância chamada prolactina. A prolactina, por sua vez, diminui o nível de testosterona na circulação, no sangue, e a testosterona para homens e também para mulheres é o hormônio que motiva para o sexo”, explica a psiquiatra Carmita Abdo, do HC-USP.

Fonte: Site Globo Reporter

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Medicamentos Farmácia Popular Gratuito

Logo que recebi a notícia achei ruim, quando as coisas são gratuitas as pessoas se acham no direito de reclamar de qualquer coisa que possa acontecer, como por exemplo, demora no atendimento, sistema lento, sistema fora do ar.

Mas aprendi que nunca devemos ver as coisas pelo lado ruim, e sim pelo lado bom. Mas o que tem de bom nisso, além é claro do acesso gratuito dos medicamentos por parte da população - que diga-se de passagem é extraordinário - e diminuição de tempo nas filas de espera do SUS.

Vai acabar com a mentira por parte de algumas farmácias que dizem ter o programa Farmácia Popular, mas na verdade, vendem medicamentos similares, aqueles mais baratinhos, dizendo fazer parte do programa.

Também vai passar uma rasteira naquelas farmácias que possuem manipulação e vendem - fazem a transação - no programa Farmácia Popular, mas entregam para o cliente um potinho de medicamento manipulado.

É, vai cair a máscara de muitas "farmácias". Já que não existe fiscalização - ou fazem de conta que não veem e não sabem de nada - algumas medidas mostrarão quem trabalha sério e quem engana a população. Cabe ao consumidor enchergar e tirar suas conclusões.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Comenda do Mérito Farmacêutico 2011 - Prof. Rosito


A Junta Diretiva do CRF-RS comunicou esta semana a escolha realizada pelo Conselho Federal de Farmácia do Farmacêutico JOSÉ ROSITO FILHO, graduado como Farmacêutico Químico pela UFRGS em 1963, para recebimento da Comenda do Mérito Farmacêutico.

A Comenda é a maior honraria concedida no setor farmacêutico no Brasil e foi criada em 1998 por Resolução do CFF para homenagear pessoas que colaboraram para o engrandecimento da profissão ou que contribuíram para o desenvolvimento da saúde no País. É constituída de uma medalha e um diploma, e entregue a representantes de todas as Unidades da Federação.

A cerimônia de entrega da Comenda foi realizada juntamente com a solenidade comemorativa do Dia do Farmacêutico organizada pelo CFF, no dia 20 de janeiro de 2011, em Brasília.

Farm. Rosito foi meu Professor na Faculdade de Farmácia, me deu aula de química analítica qualitativa. Trabalhava na indústria (não sei se trabalha ainda), era responsável pelo colírio Lavolho.

É um dos grandes mestres que tive, "gente finíssima". Logo que se formou veio trabalhar em uma farmácia de Guaíba, onde aliás trabalhava o meu pai. Certa vez, durante um intervalo na faculdade ele relembrou comigo, dos tempos em que trabalhou por aqui.

Parabéns mestre! Um reconhecimento pelo trabalho e dedicação à profissão farmacêutica, no qual domina perfeitamente e ama acima de tudo.

sábado, 27 de novembro de 2010

Lei Antibióticos



No domingo, dia 28 de novembro, entra em vigor a RDC 44 de 26 de
Outubro de 2010 que dispõe sobre o controle de medicamentos à base de
substâncias classificadas como antimicrobianos, de uso sob prescrição médica, isoladas ou em associação e dá
outras providências.


Os medicamentos isentos de prescrição em anexo (OTC/MIP) que possuem algum dos
princípios ativos descritos na RDC não estão contemplados na resolução, assim o
comportamento de venda desses produtos continua a mesma.

RECEITA
A dispensação de medicamentos a base de antimicrobianos de venda
sob prescrição somente poderá ser efetuada mediante receita de controle
especial, sendo a 1ª via - Retida no estabelecimento farmacêutico e a 2ª via -
Devolvida ao Paciente, atestada, como comprovante do atendimento.

ATENÇÃO
– A receita tem validade de 10 dias a contar da data de emissão.

Lista de medicamentos

ACET.CLOSTEBOL+NEO CRE 45G MEDL GEN P
ACET.TRIAN+GRA+NEO+NI CRE30G EMS GEN P
ACET.TRIAN+GRA+NEO+NI CRE30G EUROGEN P
ACET.TRIAN+GRA+NEO+NI CRE30G MEDLGEN P
ACET.TRIAN+GRA+NEO+NI POM30G EMS GEN P
ACET.TRIAN+GRA+NEO+NI POM30G EUROGEN P
ACET.TRIAN+GRA+NEO+NI POM30G MEDLGEN P
ADACNE CLIN GEL 1MG/G 30G C2 P
ADACNE CLIN GEL 1MG/G 45G C2
AMOX+CLAV POT 250MG 75ML EMS GEN L
AMOX+CLAV POT 400MG 57MG 70ML BIO GEN
AMOX+CLAV POT 400MG 70ML EMS GEN L
AMOX+CLAV POT 400MG 70ML RANB GEN L
AMOX+CLAV POT 500MG 12 CP EMS GEN C
AMOX+CLAV POT 500MG 18 CP EMS GEN C
AMOX+CLAV POT 875MG 12 CP SAND GEN C
AMOX+CLAV POT 875MG 12CP REV EMSGEN C
AMOX+CLAV POT 875MG 14 CP RANB GEN C
AMOX+CLAV POT 875MG 14CP REV EMSGEN C
AMOX+CLAV POT 875MG14CP REV EUROGEN C
AMOX+CLAV POT 875MG20CP REV EUROGEN C
AMOXICILINA 125MG/5ML 150ML EURO GEN L
AMOXICILINA 125MG/5ML 150ML MEDL GEN L
AMOXICILINA 200MG/5ML 100ML MEDL GEN L
AMOXICILINA 250MG/5ML 150ML BIOS GEN L
AMOXICILINA 250MG/5ML 150ML EMS GEN L
AMOXICILINA 250MG/5ML 150ML EURO GEN L
AMOXICILINA 250MG/5ML 150ML GERM GEN L
AMOXICILINA 250MG/5ML 150ML MEDL GEN L
AMOXICILINA 250MG/5ML 150ML NEOQ GEN L
AMOXICILINA 400MG/5ML 100ML BIOS GEN L
AMOXICILINA 400MG/5ML 100ML EMS GEN L
AMOXICILINA 400MG/5ML 100ML EURO GEN L
AMOXICILINA 400MG/5ML 100ML MEDL GEN L
AMOXICILINA 500MG 15 CAP EMS GEN C
AMOXICILINA 500MG 15 CAP EURO GEN C
AMOXICILINA 500MG 15 CAP GERM GEN C
AMOXICILINA 500MG 15 CAP MEDL GEN C
AMOXICILINA 500MG 15 CAP NEOQ GEN C
AMOXICILINA 500MG 21 CAP EMS GEN C
AMOXICILINA 500MG 21 CAP EURO GEN C
AMOXICILINA 500MG 21 CAP MEDL GEN C
AMOXICILINA 500MG 21 CAP NEOQ GEN C
AMOXICILINA 500MG 30 CAP EMS GEN C
AMOXICILINA 500MG 30 CAP EURO GEN C
AMOXICILINA 500MG 30 CAP MEDL GEN C
AMOXICILINA 500MG/5ML 150ML EMS GEN L
AMOXICILINA 500MG/5ML 150ML EURO GEN L
AMOXICILINA 500MG/5ML 150ML MEDL GEN L
AMOXICILINA 875MG 14 CP EURO GEN C
AMOXICILINA 875MG 14 CP REV EMS GEN C
AMOXIL 125MG 150ML L
AMOXIL 250MG 150ML L
AMOXIL 500MG 15 CAP C C
AMOXIL 500MG 150ML L
AMOXIL 500MG 21 CAP C
AMOXIL 500MG 30 CAP C
AMOXIL BD 200MG SUSP ORAL 100ML L
AMOXIL BD 400MG SUSP ORAL 100ML L
AMOXIL BD 875MG 14 CP REV C
AMOXIL BD 875MG 20 CP REV C
AMPICILINA 250MG/5ML 150ML EMS GEN L
AMPICILINA 250MG/5ML 150ML NEOQ GEN L
AMPICILINA 250MG/5ML 60ML EMS GEN L
AMPICILINA 250MG/5ML 60ML EURO GEN L
AMPICILINA 250MG/5ML 60ML NEOQ GEN L
AMPICILINA 500MG 12 CAP EURO GEN C
AMPICILINA 500MG 12 CAP SAND GEN C
AMPICILINA 500MG 12 CP EMS GEN C
AMPICILINA 500MG 24 CP EMS GEN C
AMPICILINA 500MG 6 CP EMS GEN C
AMPLACILINA 250MG 60ML L
AMPLACILINA 500MG 12 CAP C
ANAEROCID 20MG CRE VAG 20G + 3APLIC P
ANAEROCID 20MG CRE VAG 40G + 7APLIC P
ANAEROCID 300MG 16CP C
ANAEROCID 300MG 30CP C
ARRIF 10MG/ML 20ML L
ASTRO 1500MG SUSP + DIL 22ML L
ASTRO 500MG 2 CP C
ASTRO 500MG 20X3 CP CH
ASTRO 500MG 3 CP C
ASTRO 500MG 3CP AV CH
ASTRO 500MG 5 CP C
ASTRO 500MG 9 CP C
ASTRO 600MG SUSP ORAL 15ML L
ASTRO 900MG SUSP ORAL 12ML L
AVALOX 400MG 5 CP C
AVALOX 400MG 7 CP C
AXETIL CEFUROXIMA 250MG 10CP RANBGEN C
AXETIL CEFUROXIMA 250MG 50ML RANBGEN L
AXETIL CEFUROXIMA 500MG 10CP RANBGEN C
AZACTAM 1G C/1 FR + DIL A
AZI 1500MG SUSP ORAL AD/PED 37,5ML L
AZI 1500MG SUSP S/DILUENTE 37,5ML L
AZI 1G 1 CP C
AZI 500MG 3 CP C
AZI 500MG 5 CP C
AZI 600MG SUSP ORAL+DIL L
AZI 900MG PED S/DILUENTE 22,5ML L
AZI 900MG SUSP ORAL PED 22,5ML L
AZITRAX GU 1000MG 1 CP C
AZITRAX GU 1000MG 2 CAP C
AZITROMICINA 500MG 2 CP EMS GEN C
AZITROMICINA 500MG 2 CP EURO GEN C
AZITROMICINA 500MG 2 CP NEOQ GEN C
AZITROMICINA 500MG 2 CP REV MEDL GEN C
AZITROMICINA 500MG 20X3 CP EURO GEN CH
AZITROMICINA 500MG 3 CP EMS GEN C
AZITROMICINA 500MG 3 CP EURO GEN C
AZITROMICINA 500MG 3 CP NEOQ GEN C
AZITROMICINA 500MG 3 CP REV MEDL GEN C
AZITROMICINA 500MG 3 CP TEUT GEN C
AZITROMICINA 500MG 3CP EUROGEN AV CH
AZITROMICINA 500MG 5 CP EURO GEN C
AZITROMICINA 500MG 5 CP REV MEDL GEN C
AZITROMICINA 600MG 15ML EMS GEN G
AZITROMICINA 600MG 15ML NEOQ GEN G
AZITROMICINA 900MG 22,5ML EMS GEN L
AZITROMICINA 900MG 22,5ML NEOQ GEN L
BACTERACIN XPE TEUTO 100ML L
BACTRIM 100ML L
BACTRIM C/20 CP C
BACTRIM F 10 CP C
BACTRIM F 100ML L
BENZETACIL 1.200.000UI 10 FR AH
BENZETACIL 1200.000UI AV NOVO AH
BENZETACIL 600.000UI 10 FR AH
BENZETACIL 600.000UI AV NOVO AH
BENZOILMETRONID 4% PED 120ML EMS GEN L
BENZOILMETRONID 40MG/ML100MLSANOFGEN L
BETNOVATE N CRE 30G P
BETNOVATE N POM 30G P
BIAMOTIL 5ML G
BIAMOTIL D 5ML G
BIAMOTIL D POM 3,5G P
BIAMOTIL POM 3,5G P
BINOTAL 1000MG 12 CP C
BINOTAL 1000MG 18 TAB C
BINOTAL 500MG 12 CP C
BINOTAL 500MG 18 CP CH
BINOTAL 500MG 6CP AV CH
CAUTEREX C/GENTAMIC 10G P
CECLOR 250MG/5ML SUSP ORAL 100ML L
CECLOR 375MG 100ML L
CECLOR BD 500MG 10 CP REV C
CECLOR BD 750MG 14 CP REV C
CEFACLOR 250MG/5ML 100ML GERM GEN L
CEFACLOR 250MG/5ML 80ML EMS GEN L
CEFACLOR 250MG/5ML 80ML MEDL GEN L
CEFACLOR 375MG/5ML 80ML EMS GEN L
CEFACLOR 375MG/5ML 80ML MEDL GEN L
CEFACLOR 500MG 10 CAP MEDL GEN C
CEFADROXIL 250MG/5ML 100ML BIOS GEN L
CEFADROXIL 250MG/5ML 100ML EMS GEN L
CEFADROXIL 250MG/5ML 100ML EURO GEN L
CEFADROXIL 250MG/5ML 100ML MEDL GEN L
CEFADROXIL 250MG/5ML 100ML SAND GEN L
CEFADROXIL 500MG 8 CAP EMS GEN C
CEFADROXIL 500MG 8 CAP EURO GEN C
CEFADROXIL 500MG/5ML 100ML BIOS GEN L
CEFADROXIL 500MG/5ML 100ML MEDLGEN L
CEFADROXILA 500MG 8 CAP MEDL GEN C
CEFADROXILA 500MG 8 CAP TEUT GEN
CEFALEXINA 1G 8 CP REV EMS GEN C
CEFALEXINA 250MG/5ML 100ML ABL GEN L
CEFALEXINA 250MG/5ML 100ML EMS GEN L
CEFALEXINA 250MG/5ML 100ML EURO GEN L
CEFALEXINA 250MG/5ML 100ML MEDL GEN L
CEFALEXINA 250MG/5ML 60ML ABL GEN L
CEFALEXINA 500MG 10 CAP MEDL GEN C
CEFALEXINA 500MG 10 CP REV EMS GEN C
CEFALEXINA 500MG 10 CP REV EURO GEN C
CEFALEXINA 500MG 40 CP TEUT GEN
CEFALEXINA 500MG 8 CAP BRAIN GEN
CEFALEXINA 500MG 8 CAP MEDL GEN C
CEFALEXINA 500MG 8 CP EMS GEN C
CEFALEXINA 500MG 8 CP REV EURO GEN C
CEFALEXINA 500MG 8 DR ABL GEN C
CEFALEXINA 500MG/5ML 100ML MEDL GEN L
CEFAMOX 250MG/5ML 100ML L
CEFAMOX 500MG 100ML L
CEFAMOX 500MG C/8 CAPS C
CEFTRIAX 1G IM FR A
CEFTRIAX 250MG IM FR A
CEFTRIAX 500MG IM FR A
CEFTRIAXONA IM 1G 1+DIL3,5ML EMSGEN A
CEFTRIAXONA IM 1G 1+DIL3,5ML EUROGEN A
CEFTRIAXONA IM 500MG 1+D5ML EMS GEN A
CEFTRIAXONA IM 500MG 1+D5ML EURO GEN A
CETOCONAZ+D.BET+NEO CRE 10G EMS GEN P
CETOCONAZ+D.BET+NEO CRE 30G BRAINGEN P
CETOCONAZ+D.BET+NEO CRE 30G EMS GEN P
CETOCONAZ+D.BET+NEO CRE 30G EURO GEN P
CETOCONAZ+D.BET+NEO CRE 30G MEDL GEN P
CETOCONAZ+D.BET+NEO POM 30G EMS GEN P
CETOCONAZ+D.BET+NEO POM 30G EURO GEN P
CETOCONAZ+D.BET+NEO POM 30G MEDL GEN P
CILODEX POM 3,5G P
CILODEX SUSP 5ML G
CILOXAN 5ML G
CILOXAN OTOLOGICO 5ML G
CILOXAN POM 3,5G P
CIPRO 250MG 14 CP C
CIPRO 250MG 6 CP C
CIPRO 500MG 14 CP C
CIPRO 500MG 6 CP C
CIPRO HC 10ML G
CIPRO XR 1000MG 3 CP C
CIPRO XR 1000MG 7 CP C
CIPRO XR 500MG 3 CP C
CIPRO XR 500MG 7 CP C
CIPROBIOT 250MG 6 CP C
CIPROBIOT 500MG 14 CP C
CIPROBIOT 500MG 6 CP C
CLARITROMICINA 125MG/5ML 60ML EMSGEN L
CLARITROMICINA 250MG 10CP MEDL GEN C
CLARITROMICINA 250MG 14CP MEDL GEN C
CLARITROMICINA 250MG/5ML 60ML EMSGEN L
CLARITROMICINA 500MG 10 CP EMS GEN C
CLARITROMICINA 500MG 10 CP MEDL GEN C
CLARITROMICINA 500MG 14 CP EMS GEN C
CLARITROMICINA 500MG 14CP MEDL GEN C
CLAVULIN 125MG 100ML L
CLAVULIN 125MG 75ML L
CLAVULIN 250MG 100ML L
CLAVULIN 250MG 75ML L
CLAVULIN 500MG 12 CP C
CLAVULIN 500MG 18 CP C
CLAVULIN 500MG 21 CP C
CLAVULIN 500MG 30 CP C
CLAVULIN BD 200MG SUSP ORAL 70ML L
CLAVULIN BD 400MG SUSP ORAL 70ML L
CLAVULIN BD 875MG 14 CP C
CLAVULIN BD 875MG 20 CP C
CLAVULIN ES 600MG 100ML L
CLAVULIN ES 600MG 50ML L
CLINAGEL 45G P
CLINDACNE GEL 25G P
CLINDAL AZ 500MG 2 CP C
CLINDAL AZ 500MG 3 CP C
CLINDAL AZ 500MG 5 CP C
CLINDAL AZ 900MG 22,5ML L
CLINDOXYL GEL 30G GELAD
CLINDOXYL GEL 45G GELAD
CLOR.CIPRO+DEXAMET 5ML EMS GEN G
CLOR.CIPROFLOXACINO 0,35%5ML EMS GEN G
CLOR.CIPROFLOXACINO 250 14CP EMSGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 250 14CP MEDLGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 250 6CP EMSGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 250 7CP MEDLGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 500 14CP BIOSGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 500 14CP EMSGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 500 14CP EUROGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 500 14CP MEDLGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 500 14CP NEOQGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 500 6CP BIOSGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 500 6CP EMSGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 500 6CP EUROGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 500 6CP NEOQGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO 500 7CP MEDLGEN C
CLOR.CIPROFLOXACINO OFT 3,5G EMS GEN P
CLOR.CLINDAMICINA 300MG 10CAPRANBGEN C
CLOR.CLINDAMICINA 300MG 16CP EMS GEN C
CLOR.DOXICICLINA 100MG 15 CP EMS GEN C
CLOR.DOXICICLINA 100MG 15 CP SANDGEN C
CLOR.LINCOMICINA 300MG 1X1ML NEOQGEN A
CLOR.LINCOMICINA 600MG 1X2ML NEOQGEN A
CLOR.MINOCICLINA 100MG 30 CP RANBGEN C
CLOR.MINOCICLINA 100MG 9 CP RANB GEN C
CLORANFENICOL 4MG/ML 10ML NEOQ GEN G
CLORANFENICOL OCULUM FRUM 10ML G
COLPISTAR CRE 40G + 10 APLIC P
COLPISTATIN CRE VAG 40G 10 APL P
CYLOCORT COL 5ML G
DALACIN C 300MG 16 CAP C
DALACIN C 300MG 1X2ML GELAD
DALACIN T 10MG 30ML ROLL-ON TOPICO L
DECADRON COL 5ML G
DECADRON NASAL 20ML G
DERMACERIUM CRE 30G P
DERMACERIUM CRE 50G P
DERMAZINE 1% CRE 30G P
DERMAZINE 1% CRE 50G P
DESPACILINA R 400000 AV AH
DEXAFENICOL 5ML G
DEXAMYTREX POM OFT 3G P
DIP.BETAMET+S.GENTA CRE 30G EMS GEN P
DIP.BETAMET+S.GENTA CRE 30G MEDLGEN P
DIP.BETAMET+S.GENTA POM 30G EMS GEN P
DIP.BETAMET+S.GENTA POM 30G MEDLGEN P
DIPROGENTA CRE 30G P
DIPROGENTA POM 30G P
DRENISON N CRE 30G P
DRENISON N POM 30G P
DUOTRAT CREME 30G P
DUOTRAT POM 30G P
EPITEZAN POM OFT 3,5G P
ERITREX 125MG 105ML L
ERITREX 250MG 105ML L
ERITREX 500MG 21 CP C
ERITREX A SOL TOPICA 120ML L
ERRADIC 7 BLISTER C
ERRADIC UG 7CART+21 CAP C
ESPERSON N POM 20G P
FACTIVE 320MG 5 CP REV C
FACTIVE 320MG 7 CP REV C
FENIDEX COL 5ML G
FIBRASE C/CLORANFENICOL 10G P
FIBRASE C/CLORANFENICOL 30G P
FIBRINASE C/ CLORANFENICOL POM 10G P
FIBRINASE C/ CLORANFENICOL POM 30G P
FLAGYL 250MG 20 CP C
FLAGYL 400MG 24 CP C
FLAGYL 500MG 100ML BP A
FLAGYL GIN GEL 50G C/10APLIC P
FLAGYL NIST CRE 50G C/10 APLIC P
FLAGYL PED 100ML L
FLOX 400MG 14 CAP C
FLOXACIN 400MG 14 CP C
FLOXACIN 400MG 6 CP C
FLOXINOL 14 CP C
FLOXOCIP 500MG 14 CP C
FLOXOCIP 500MG 6 CP C
FOSF.CLINDAMICINA GEL TOP 45G EMSGEN P
FOSF.CLINDAMICINA VAG 20G 3AP EMSGEN P
FRADEMICINA 300MG 1 FR A
FRADEMICINA 600MG 2ML 1 AMP A
FULCIN 500MG 20 CP C
GARAMICINA SCHER 120MG 2X1,5ML A
GARAMICINA SCHER 160MG 1X2ML A
GARAMICINA SCHER 20MG 2X1ML A
GARAMICINA SCHER 280MG 1X2ML A
GARAMICINA SCHER 40MG 2X1ML A
GARAMICINA SCHER 60MG 2X1,5ML A
GARAMICINA SCHER 80MG 2X2ML A
GARAMICINA SCHER CRE 30G P
GARASONE 10ML G
GENTAMICINA FRUM POM OFT 3,5G P
GENTAMICINA OCULUM FRUM 5ML G
GINEC CRE VAG 60G P
GINGILONE POM 10G P
GINO CAUTEREX 30G P
GINO DERMAZINE 1% CRE VAG 30G+6APLIC P
GINO FIBRASE CRE VAG 30G + APL P
GLITISOL 500MG 20 CAP C
GLITISOL G 2X8G L
GYNAX N CRE VAG 60G C/ 10 APLIC P
GYNAX N CRE VAG PRE-ENVAS C/10 APLIC C
GYNO IRUXOL 30G C/ APL P
HANTINA SUSP 120ML L
HELICOPAC 7 CART C/6 CP C
HELICOPAC IBP 7 CART C/14 CP C
HIDROCIN NEBULIZADOR SOL NASAL 20ML L
ILOSONE 20MG TOPICO 120ML L
ILOSONE 500MG 10 DR C
ILOSONE 500MG 6X8 DR CH
ILOSONE 500MG C/4DR AV CH
INFECTRIN 20 CP C
INFECTRIN F 10 CP C
INFECTRIN PED 120ML L
IRUXOL POM 15G P
IRUXOL POM 30G P
IRUXOL POM 50G P
ISOTREXIN GEL 30G P
KEFLEX 100MG 15ML G
KEFLEX 1G C/4 DR AV CH
KEFLEX 1G C/8 DR C
KEFLEX 250MG 100ML L
KEFLEX 500MG 100ML G
KEFLEX 500MG 10X4 DR CH
KEFLEX 500MG C/4 DR AV CH
KEFLEX 500MG C/8 DR C
KLARICID 25MG/ML SUSP PED 60ML L
KLARICID 50MG/ML SUSP PED 60ML L
KLARICID UD 500MG 10 CP C
KLARICID UD 500MG 7 CP C
KOLLAGENASE C/CLORANF POM 15G P P
KOLLAGENASE C/CLORANF POM 30G P
KOLPITRAT CRE VAG 40G 10 APL P
LANS+CLARITR+AMOX 14 CAPS TEUT GEN
LANS+CLARITR+AMOX 28 CAPS TEUT GEN
LEVAQUIN 500MG 10 CP C
LEVAQUIN 500MG 100ML L
LEVAQUIN 500MG 7 CP C
LEVOFLOXACINO 500MG 10 CP EMS GEN C
LEVOFLOXACINO 500MG 10 CP EURO GEN C
LEVOFLOXACINO 500MG 3 CP EMS GEN C
LEVOFLOXACINO 500MG 3 CP EURO GEN C
LEVOFLOXACINO 500MG 7 CP EMS GEN C
LEVOFLOXACINO 500MG 7 CP EURO GEN C
LEVOXIN 250MG 3 CP REV C
LEVOXIN 250MG 7 CP REV C
LEVOXIN 500MG 10 CP C
LEVOXIN 500MG 14 CP C
LEVOXIN 500MG 3 CP C
LEVOXIN 500MG 7 CP C
MACRODANTINA 100MG 28 CP C
MAXIFLOX 5ML G
MAXIFLOX POM OFT 3,5G P
MAXIFLOX-D 5ML G
MAXIFLOX-D POM OFT 3,5G P
MAXINOM 5ML G
MAXINOM POM OFT 3,5G P
MAXITROL POM 3,5G P
MAXITROL SUSP OFT 5ML G
MERACILINA C/12 CP C
METRO+NIST CRE 50G+10 APLIC SANOFGEN P
METRONIDAZOL 100MG/G GEL50G SANOFGEN P
METRONIDAZOL 250MG 20 CP NEOQ GEN C
METRONIDAZOL 400MG 24 CP SANOF GEN C
METRONIDAZOL 500MG/5G GEL50G EMS GEN P
METRONIDAZOL 80ML NEOQ GEN L
MICOSTATIN CRE VAG C/APL 60G P
MICOSTATIN SUSP ORAL 50ML L
MONURIL 3G GRAN C/1 ENV 8G L
MUD CREME 10G P
MUD POM 10G P
NADERM CRE 15G P
NADERM CRE 30G P
NADERM POM 15G P
NADERM POM 30G P
NEPODEX 5ML G
NEPODEX POM OFT 3,5G P
NISTATINA 100000 SUSP 50ML NEOQ GEN L
NISTATINA 100000UI SUSP 50ML EMS GEN L
NISTATINA 2500UI VAG 60G 1AP EMS GEN P
NISTATINA 2500UI VAG 60G 1AP MEDLGEN P
NISTATINA 2500UI VAG 60G NEOQ GEN P
NORF 400MG 14 CP C
NORFLOXACINO 400MG 14 CP BIOS GEN C
NORFLOXACINO 400MG 14 CP EMS GEN C
NORFLOXACINO 400MG 14 CP MEDL GEN C
NORFLOXACINO 400MG 14 CP REV NEOQGEN C
NORFLOXACINO 400MG 6 CP MEDL GEN C
NORFLOXACINO 400MG 6 CP REV NEOQGEN C
NORFLOXACINO 400MG 7 CP BIOS GEN C
NOSTIL 0,3% 5ML G
NOVACORT CRE 10G P
NOVACORT CRE 30G P
NOVACORT POM 30G P
NOVADERM CRE CICATRIZ 30G P
NOVADERM CRE GINEC 40G C/8 APLIC C5 P
NOVAMOX 2X 400MG/57 SUSP 100ML L
NOVAMOX 2X 400MG/57MG SUSP 70ML L
NOVAMOX 2X 875MG/125MG 14 CP C
NOVAMOX 2X 875MG/125MG 20 CP C
NOVOCILIN 250MG 150ML L
NOVOCILIN 400MG SUSP 100ML L
NOVOCILIN 500MG 21 CAP C
NOVOCILIN 500MG C/15 CAPS C
NOVOCILIN 875MG 14 CP C
NOVOCILIN 875MG 20 CP C
OFLOX 5ML G
OFLOXACINO 0,3% OFT 5ML EMS GEN G
OMCILON AM CRE 30G P
OMCILON AM POM 30G P
OMEPRAMIX 7 BL C
OMEPRAMIX 7+14 C
OMEPRAMIX 7+28 C
OTOCIRIAX SUSP OTOLOGICA 5ML G
OTOFOXIN 10ML G
OTOMICINA 10ML G
OTOSPORIN 10ML G
OTOSYNALAR 5ML G
PANOTIL OTOLOGICO 8ML G
PARENZYME AMPIC 16 CAP C
PARENZYME AMPIC 8 CAP C
PARENZYME TETRAC 500MG 8 CAP C
PEN VE ORAL 60ML L
PEN VE ORAL C/12 CP C
PERIODONTIL 250MG 20 CP C
PERMUT CRE 10G P
PERMUT POM 10G P
POLIGINAX 12 CAP VAG P
POLIGINAX CRE 60G C/12 APLICADORES P
POLIPRED 5ML G G
PROCSIM 250MG 14 CP C
PROCSIM 250MG 6 CP C
PROCSIM 500MG 14 CP C
PROCSIM 500MG 6 CP C
PROFLOX 250MG 10 CP
PROFLOX 250MG 14 CP C
PROFLOX 500MG 10 CP
PROFLOX 500MG 14 CP C
PROFLOX 750MG 10 CP
PYLORIPAC 7 BLISTER C
PYLORIPAC IBP 7 BLISTER+14 CAPS C
PYLORIPAC IBP 7 BLISTER+28 CAPS C
PYLORIPAC RETRAT 10 BLISTER C
QIFTRIM 400/80MG 20CP C
QIFTRIM F 800/160MG 10CP C
QUADRIDERM CRE 20G P
QUADRIDERM POM 20G P
QUADRILON CRE 15G P
QUINOFLOX 250MG 14 CP C
QUINOFLOX 250MG 6 CP C
QUINOFLOX 500MG 10 CAP C
QUINOFLOX 500MG 14 CP C
QUINOFLOX 500MG 6 CP C
REGENCEL POM OFT 3,5 P
RESPEXIL 400MG 14 CP C
RESPEXIL 400MG 6 CP C
RIFALDIN 300MG 6 CAP C
RIFAMICINA 10MG SPRAY 20ML EMS GEN G
RIFAMICINA 10MG SPRAY 20ML EURO GEN G
RIFAMICINA 10MG SPRAY 20ML GERM GEN G
RIFAMICINA 10MG SPRAY 20ML NEOQ GEN G
RIFOCINA SPR 20ML G
RIFOCORT POM 10G P
ROCEFIN IM 1G 1 FR A
ROCEFIN IM 250MG 1 FR A
ROCEFIN IM 500MG 1 FR A
ROCEFIN IV 1G 1 FR A
ROCEFIN IV 500MG 1 FR A
ROVAMICINA 1,5MUI 16 CP C C
ROXITRAN 300MG 5 CP C
SELIMAX 500MG 3 CP REV C
SELIMAX 600MG PO SUSP ORAL L
SELIMAX PULSO 500MG 9 CP C
SIGMA-CLAV BD 400MG/57MG 70ML L
SIGMA-CLAV BD 500MG 18 CP C
SIGMA-CLAV BD 875MG 12 CP C
SIGMA-CLAV BD 875MG 14 CP C
SINOT 400MG/5ML SUSP 100ML L
SINOT 875MG 14 CP C
SINOT CLAV 875MG 14 CP C
SINOT CLAV 875MG 20 CP C
SPOROSTATIN 500MG 20 CP C
STIEMYCIN GEL 60G P
STIEMYCIN SOL TOP 2% 120ML L
SUL.GENTAMICINA 80MG 1X2ML NEOQ GEN A
SULADRIN 500MG 4 CP AV CH
SULADRIN 500MG 50X4 CP CH
SULBAMOX BD 200MG/50MG/ML 30ML L
SULBAMOX BD 875/125MG 14 CP REV C
SULFADIAZINA PRATA CRE 30G PRATI GEN P
SULFAM+TRIM 100ML NEOQ GEN L
SULFAM+TRIM 40/200MG/ML 100ML EMSGEN L
SULFAM+TRIM 60ML NEOQ GEN L
SULFAM+TRIM 800/160MG 10 CP TEUT GEN
SULFAM+TRIM SUSP 100ML TEUT GEN
TALSUTIN CRE VAG 45G 10 APL P
TAMIRAM 500MG 10 CP C
TAMIRAM 500MG 3 CP C
TAMIRAM 500MG 7 CP C
TAVAFLOX 500MG 10 CP REV C
TAVAFLOX 500MG 7 CP REV C
TAVANIC 250MG 7 CP C
TAVANIC 500MG 7 CP C
TERRACORTRIL POM TOP 15G P
TERRAMICINA 100MG 5 FR A
TERRAMICINA 500MG 4 CAP AV CH
TERRAMICINA 500MG 8 CAP C
TERRAMICINA POM OFT 3,5G P
TERRAMICINA POM TOP POLIM-B 15G P
TETRAC+ANFOT B 45G 10 APLIC EMS GEN P
TETRAC+ANFOT B 45G 10 APLIC MEDL GEN P
TETREX 500MG 8 CAP C
THIABENA POM 15G P
TOBRACIN 0,3% 5ML G
TOBRACIN POM OFT 0,3% 3,5G P
TOBRACIN-D 5ML G
TOBRACIN-D POM OFT 3,5G P
TOBRACORT 5ML G
TOBRADEX POM OFT 3,5G P GELAD
TOBRADEX SUSP OFT 5ML G
TOBRAGAN 5 ML G
TOBRAMICINA 0,3% OFT 5ML ALCON GEN G
TOBRAMICINA 0,3% OFT 5ML BIOS GEN G
TOBRAMICINA+DEXAM 0,3% 5ML ALCON GEN G
TOBRAMICINA+DEXAM 0,3% 5ML ALLER GEN G
TOBRAMICINA+DEXAM 0,3% 5ML BIOS GEN G
TOBREX POM OFT 3,5G P
TOBREX SOL OFTALMICA 5ML G
TRIAXIN 1G IM INJ FA+DIL 3,5ML A
TRIAXIN 250MG IM INJ FA+DIL 2ML A A
TRIAXIN 500MG IM INJ FA+DIL 2MLA
TRICANGINE A CRE VAG 85G 15 APLP
TRIFAMOX 500MG 8 CP C
TRIFAMOX IBL 1000MG 8 CP C
TRIFAMOX IBL 500MG 16 CP REV C
TRIFAMOX IBL 500MG 60 ML L
TRIFAMOX IBL BD 200MG/50MG 30ML L
TRIFAMOX IBL BD 200MG/50MG 60ML L
TRIFAMOX IBL BD 875/125MG 14 CP REV C
TRIVAGEL-N CR 60G P
TROFODERMIN CRE 30G C5 P
TROFODERMIN GIN CRE 45G 8 APL C5 P
TROK-G CRE 30G P
TROK-G POM 30G P
TROK-N CRE 10G
TROK-N CREME 30G P
TROK-N POM 10G P
TROK-N POM 30G P
URITRAT 400MG 14 CP C
URITRAT 400MG 6 CP C
UROSEPTAL 400MG 6 CP C
VAL.BETA+GENT+CLIO+TO CRE 20G TEUT GEN
VAL.BETA+GENT+CLIO+TO CRE20G EMSGEN P
VAL.BETA+GENT+CLIO+TO CRE20G EUROGEN P
VAL.BETA+GENT+CLIO+TO CRE20G MEDLGEN P
VAL.BETA+GENT+CLIO+TO POM 20G TEUT GEN
VAL.BETA+GENT+CLIO+TO POM20G EMSGEN P
VAL.BETA+GENT+CLIO+TO POM20G EUROGEN P
VAL.BETA+GENT+CLIO+TO POM20G MEDLGEN P
VAL.BETA+GENT+CLIO+TO POM20G NEOQGEN P
VANCOCINA ABL 500MG 1 FR A
VELAMOX 250MG 150ML L
VELAMOX 500MG 18 CP C
VELAMOX 500MG/5ML 150ML L
VELAMOX BD 1G 12 CP C
VELAMOX BD 400MG/5ML 100ML L
VELAMOX BD 875MG 14 CP C
VIBRAMICINA 100MG 15 DR C
VIBRAMICINA SOLUVEL 20 CP C
VIGADEXA COL 5ML G
VIGAMOX 0,5% COL 5ML G
WINTOMYLON 14X4 CP CH
WINTOMYLON 60ML L L
WINTOMYLON C/4 CP AV CH
ZINNAT 250MG 10 CP C
ZINNAT 250MG SUSP 50 ML L
ZINNAT 250MG SUSP 70ML L
ZINNAT 500MG 14 CP C
ZINNAT 500MG 20 CP C
ZITROMAX 500MG 2 CP REV C
ZITROMAX 500MG 3 CP REV C
ZITROMAX 600MG PO SUSP ORAL L
ZITROMAX 900MG PO SUSP ORAL L
ZITROMIL 500MG 3 CP REV C
ZITROMIL 600MG PO SUSP+DIL 11ML L
ZITROMIL 900MG PO SUSP+DIL 17ML L
ZYLET 5ML

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Cientistas criam 'vacina adesivo' para evitar dor de injeção


Pesquisadores americanos estão desenvolvendo uma vacina em forma de adesivo que poderia substituir as dolorosas seringas de injeções. O adesivo tem centenas de agulhas microscópicas que se dissolvem quando em contato com a pele. Cada adesivo contem 100 "microagulhas" com 0,65 milímetro de comprimento. Os adesivos foram desenvolvidos pela Emory University e pelo centro científico Georgia Institute of Technology.

Testes feitos em camundongos mostraram que a nova tecnologia pode ser até mais eficaz na imunização contra doenças como gripe.

Custo
Em pesquisa publicada na revista científica Nature Medicine, os cientistas disseram que com os adesivos as pessoas poderiam administrar as vacinas em si mesmas. Hoje em dia, a maioria das vacinas precisa ser administrada por pessoas com treinamento em enfermagem.

A tecnologia também ajudaria a aplicação de vacinas em larga escala durante pandemias ou em situações de calamidade. "Nós imaginamos as pessoas recebendo o adesivo pelo correio ou comprando na farmácia e se automedicando em casa", afirma Sean Sullivan, pesquisador da Georgia Tech. "Como as microagulhas do adesivo se dissolvem na pele, não sobrariam agulhas perigosas no processo."

Na pesquisa publicada na revista científica, os pesquisadores usaram apenas vacina antigripe, mas eles esperam poder desenvolver adesivos com outros tipos de vacinas. Outro desafio da pesquisa é manter o custo baixo, no mesmo nível da produção de seringas.

Fonte: G1 – Ciência e Saúde

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Finasterida: risco potencial de câncer de mama em homens


A Agência Regulatória de Medicamentos e Produtos para a Saúde do Reino Unido (Medicines and Healthcare products Regulatory Agency - MHRA), publicou comunicação sobre a ocorrência de casos de câncer de mama masculino, notificados durante a realização de ensaios clínicos e em tratamentos com finasterida.

No Reino Unido, assim como no Brasil, a finasterida é aprovada para o tratamento de hiperplasia prostática benigna (HPB) e para alopécia androgênica (calvície masculina). A finasterida é um inibidor específico da 5-alfa-redutase tipo II, uma enzima intracelular que metaboliza a testosterona, transformando-a em um andrógeno mais potente, a di-idrotestosterona (DHT).

Até novembro de 2009, de acordo com o banco de dados internacional sobre segurança de medicamentos, foram descritos 50 casos de câncer de mama masculino, no mundo, com o uso da finasterida na dose de 5mg, e 3 casos com a dose de 1mg.

Uma revisão das informações disponíveis sugere que "não pode ser excluído um aumento do risco de câncer de mama, em homens, com o uso da finasterida".

Um possível mecanismo para esta associação é a farmacodinâmica da finasterida. O uso da finasterida leva a uma redução dos níveis de DHT, acompanhada de um aumento nos níveis de testosterona e estradiol. O aumento dos esteróides sexuais masculinos tem o potencial de aumentar o risco de câncer de mama.

Fonte: Boletim Farmacoterapêutica - CFF - mar/abr-2010

domingo, 20 de junho de 2010

Partindo comprimidos


Alguns médicos prescrevem seus medicamentos e recomendam que partam seus comprimidos para atingir a dosagem solicitada.

Tudo bem, alguns medicamentos de altas dosagem até pode fazer (pois quase todo o comprimido é com o princípio ativo e pouco excipiente, ex.: paracetamol), mas os de baixa dosagem NUNCA!!!!

Por exemplo, se o medicamento é de 10mg, como saberei que ao partir o comprimido terei 5mg em cada pedaço? NÃO TEM COMO SABER.
Sabemos que o comprimido terá aproximadamente 10mg, mas ao partir poderemos ter numa metade 8mg e na outra 2mg, ou 3mg e na outra 7mg, etc...
Fora que dificilmente conseguimos partir o comprimido perfeitamente, evitando que uma das partes se quebrem em vários outros pedaços, mesmo com uso de aparelhos cortadores de comprimidos.

Isso não sou eu que estou constatando, falo de estudos científicos sobre o assunto - comprovados em laboratório.

Resolvi escrever sobre isso porque nesta semana recebi na farmácia uma prescrição médica de um medicamento controlado (Donaren Retard - medicamento de liberação prolongada - mais absurdo ainda!)que dizia assim:

Tomar 1/3 (um terço) do comprimido antes de deitar.

Imaginem partir um comprimido em 3 partes! Que horror!! Partir em 2 já é dificil, imaginem em 3 partes.

Será que o médico não poderia ter orientado o paciente a manipular este medicamento? Afinal as farmácias de manipulação estão aí, e o seu principal propósito seria este, produzir medicamentos cuja dosagem não existe, auxiliando o médico junto ao tratamento do paciente.

Boa semana a todos!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Crianças e adolescentes são as maiores vítimas da rinite alérgica no país

As crianças e os adolescentes são as maiores vítimas da rinite alérgica no Brasil. A constatação é da pesquisa Mapa da Rinite no Brasil, divulgada hoje (28) por 37 especialistas no assunto. Do total de pessoas que sofrem com a doença, 60% são crianças e adolescentes, e o diagnóstico tardio é o principal problema para o controle da rinite.


De acordo com um dos autores do estudo, Evandro Padro, chefe do Serviço de Alergia e Imunologia do Instituto de Puericultura e Pediatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), aproximadamente 25% das crianças e adolescentes do país têm rinite alérgica e a principal causa é a poeira domiciliar.

“A rinite no nosso país é desencadeada por uma hipersensibilidade ou uma resposta exagerada quando a pessoa inala proteínas de ácaro, da poeira domiciliar. As pessoas entrando em contato com esses ácaros passam a ficar sensíveis a essas proteínas, e o contato com essas proteínas liberam substâncias que vão desencadear os sintomas da rinite”, disse.

Nos meses de junho e julho, as crises são registradas principalmente nas regiões Sul e Sudeste do país. O aumento da umidade e a proliferação de ácaros, segundo o levantamento, também intensifica os casos no Norte e no Nordeste nesta época do ano.

O estudo ainda mostra que 55% das pessoas que sofrem de rinite percebem uma piora do quadro alérgico em determinados períodos do ano. Os meses de junho e julho foram os citados como os de maior incidência de casos da doença por 35% dos pacientes com o problema.

“O tratamento indicado é ter uma casa arejada, limpar o assoalho com pano úmido, evitar poluentes, forrar o colchão e travesseiro com material impermeável, para que o ácaro não penetre no colchão. Essas medidas são tão importantes quanto os medicamentos dados pelo médico”, orientou Evandro Padro, chefe do Serviço de Alergia e Imunologia do Instituto de Puericultura e Pediatria da UFRJ.

Fonte: Site Racine

domingo, 16 de maio de 2010

Controlar a pressão arterial no período da manhã é crucial para prevenir o ataque cardíaco

Pacientes devem ficar atentos ao controle da pressão arterial, especialmente nas primeiras horas do dia, já que a incidência do infarto do miocárdio (ataque cardíaco) pela manhã é até três vezes superior que o período noturno.

Um alerta aos hipertensos e potenciais vítimas de distúrbios cardiovasculares: controlar a pressão arterial, especialmente no período da manhã é mais que necessário, pode ser determinante para a sobrevivência. É o que sinalizam os mais recentes estudos científicos em todo o mundo, que chegaram à conclusão de que o pico de incidência de eventos cardiovasculares está associado à elevação da pressão arterial que ocorre ao despertar e ao iniciar as atividades do dia.

Conhecido no universo acadêmico como elevação matinal da pressão arterial, este tipo de evento pode ser fatal para o hipertenso. Cerca de 85% das vítimas de derrame sofrem de pressão alta; entre as vítimas de infarto do miocárdio, de 40% a 60% têm hipertensão associada. Outros distúrbios mais frequentes relacionados a pacientes hipertensos são a isquemia miocárdica e a morte súbita de origem cardiovascular, que tem vitimado um número cada vez maior de pessoas com perfis diversos – inclusive jovens e atletas.

Estudos evidenciam que a mortalidade por doença cardíaca isquêmica (obstruções nas artérias do coração por placas de gordura) são muito mais elevadas entre 8 e 12h. Para o cardiologista Otávio Rizzi Coelho, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (São Paulo), tratar a hipertensão pode reduzir em 40% as chances de morte por derrame cerebral e em 20% por infarto do miocárdio. “O medicamento ideal para controlar a hipertensão é o que permite a manutenção da pressão ao longo de 24 horas em níveis adequados, protegendo o paciente durante todo o dia, inclusive nas primeiras horas da manhã”, afirma o especialista, ressaltando ainda que evitar a ocorrência do derrame cerebral é um dos principais benefícios do tratamento.

A incidência do infarto do miocárdio (IAM) pela manhã, com pico em torno das 9 horas, é três vezes superior à incidência no período noturno, segundo pesquisadores. Estudos sobre a ocorrência de morte súbita revelam a incidência crescente deste evento após as 3 horas da manhã, com pico às 9 horas, decrescendo depois das 15 horas.



Fonte: Boehringer Ingelheim do Brasil.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Anvisa divulga balanço da Operação “Tarja-Preta” em Porto Alegre e Região e Metropolitana

Durante entrevista coletiva realizada no auditório da plenária do Conselho Regional de Farmácia do RS, o fiscal federal sanitário da área de inteligência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Marcel Figueira, juntamente com a vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia do RS, Carmen Pilla e também do fiscal Everton Borges, divulgaram o balanço da Operação “Tarja-Preta”, realizada nesta semana em Porto Alegre e Região Metropolitana.

A operação terminou com cinco presos e 18 mil comprimidos recolhidos, como Viagra e Cialis (falsificados), Rohypinol – o remédio para dormir usado no golpe conhecido como “boa noite Cinderela” – e sibutramina.

Ao todo, 22 depósitos de medicamentos e farmácias foram vistoriados. Destes, 5 pontos continham irregularidades e foram interditados. Três estabelecimentos praticaram delitos graves. Das cinco pessoas detidas, duas são farmacêuticos, um deles também é proprietário de farmácia, e dois gerentes. A operação foi realizada em Porto Alegre, São Leopoldo, Alvorada, Canoas e Novo Hamburgo.

Segundo Marcel Figueira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária tem intensificado, ao longo de 2009 e 2010, as ações em todo o país com vistas a combater a venda de medicamentos ilícitos que tem se instalado em algumas farmácias brasileiras. Em Porto Alegre, em conjunto com as VISA’s locais e estadual, a Polícia Federal e o CRF-RS, a Agência desenvolveu, durante esta semana, a Operação “Tarja-Preta”, visando a combater a venda ilegal de medicamentos contrabandeados ou falsificados em farmácias, o tráfico de drogas, na modalidade medicamento, e também produtos vencidos ou sem registro.

Durante a coletiva de imprensa, a vice-presidente do Conselho, Carmen Pilla, ressaltou a importância de operações conjuntas como esta, que ajudam a fortalecer as relações institucionais. Ressaltou ainda que os profissionais procurem e informem o Conselho Regional ao perceberem irregularidades nos estabelecimentos onde trabalham para que possam ser tomadas as devidas providências.

O representante da Anvisa, Marcel Figueira, destacou, ao final da entrevista, que operações como esta continuarão, sistematicamente, a acontecer em todo o país no decorrer deste ano, principalmente em cidades fronteiriças brasileiras.

Tanto a Anvisa quanto o CRF-RS recebem denúncias, respectivamente, nos seguintes telefones: 0800-642 9782 ou (51) 3013 0900. A pessoa não precisa se identificar.

Fonte: CRF-RS

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Farmácias podem continuar vendendo artigos de conveniência (05/05/2010)

* SLS nº 1200
Requerente: Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa
Requerido: Desembargador Federal Relator do Agravo de Instrumento nº 200901000720650 do TRF-1
Relator: Min. Presidente do STJ

Partes e Advogados
Requerente: Agência Nacional De Vigilância Sanitária - Anvisa
Procuradora: Indira Ernesto Silva
Requerido: Desembargador Federal relator do agravo de instrumento nº 200901000720650 do Tribunal Regional Federal da 1ª Região
Requerido: Desembargador Federal relator do agravo de instrumento nº 200903000450110 do Tribunal Regional Federal da 3ª Região
* Interessada: Abrafarma Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias
Advogado: Vicente Nogueira
* Interessada: Febrafar Federação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias
Advogada: Paula Cristina Acirón Loureiro


Farmácias podem continuar vendendo artigos de conveniência

(05.05.10)


As farmácias estão autorizadas a vender produtos que não possuem nenhuma relação com a saúde, os chamados artigos de conveniência. A decisão é do ministro Ari Pargendler, vice-presidente do STJ, que revogou parcialmente decisão anterior - dele próprio - que havia determinado o cumprimento de normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre "boas práticas farmacêuticas".



Permanece válida a parte da decisão que determina o cumprimento da Instrução Normativa n. 10/09, que lista os medicamentos isentos de prescrição que podem ficar ao alcance dos consumidores.

Dessa forma, os medicamentos que precisam de receita médica devem permanecer em área de circulação restrita aos funcionários, não sendo permitida sua exposição direta aos usuários.

A restrição da venda de produtos de conveniência em farmácias consta da Instrução Normativa nº 09/09, da Anvisa. No julgamento de agravo regimental em suspensão de liminar e de sentença formulado pela Associação Brasileira de Rede de Farmácias e Drograrias (Abrafarma) e pela Federação Brasileira das Redes Associativas de Farmácias (Febrafar), o ministro Pargendler decidiu suspender a vigência desse dispositivo.

A decisão acatou o argumento da Febrafar de que faltava motivação para manter a restrição. O ministro reconheceu que, ao conceder o pedido de suspensão de liminar e de sentença formulado pela Anvisa contra decisões que suspenderam a eficácia das normas editadas pela agência, pretendia desestimular a automedicação.

“Percebe-se aí que a motivação da decisão (...) não tem nada a ver com a Instrução Normativa nº 09/09, cujo propósito é o de restringir o comércio, em farmácias e drogarias, de produtos que não possuem qualquer relação com a saúde e que não se enquadrem no conceito de produtos correlatos”, explicou o ministro.

O vice-presidente do STJ ressaltou, ainda, que legislações estaduais permitem o comércio em farmácias de artigos de conveniência que não prejudicam a saúde. Para ele, a execução da política pública de reconhecer as farmácias e drogarias exclusivamente como unidades de saúde deve aguardar o julgamento dos recursos judiciais já em tramitação. (Com informações do STJ).

Permanece válida a parte da decisão que determina o cumprimento da Instrução Normativa n. 10/09, que lista os medicamentos isentos de prescrição que podem ficar ao alcance dos consumidores.

Dessa forma, os medicamentos que precisam de receita médica devem permanecer em área de circulação restrita aos funcionários, não sendo permitida sua exposição direta aos usuários.

A restrição da venda de produtos de conveniência em farmácias consta da Instrução Normativa nº 09/09, da Anvisa. No julgamento de agravo regimental em suspensão de liminar e de sentença formulado pela Associação Brasileira de Rede de Farmácias e Drograrias (Abrafarma) e pela Federação Brasileira das Redes Associativas de Farmácias (Febrafar), o ministro Pargendler decidiu suspender a vigência desse dispositivo.

A decisão acatou o argumento da Febrafar de que faltava motivação para manter a restrição. O ministro reconheceu que, ao conceder o pedido de suspensão de liminar e de sentença formulado pela Anvisa contra decisões que suspenderam a eficácia das normas editadas pela agência, pretendia desestimular a automedicação.

“Percebe-se aí que a motivação da decisão (...) não tem nada a ver com a Instrução Normativa nº 09/09, cujo propósito é o de restringir o comércio, em farmácias e drogarias, de produtos que não possuem qualquer relação com a saúde e que não se enquadrem no conceito de produtos correlatos”, explicou o ministro.

O vice-presidente do STJ ressaltou, ainda, que legislações estaduais permitem o comércio em farmácias de artigos de conveniência que não prejudicam a saúde. Para ele, a execução da política pública de reconhecer as farmácias e drogarias exclusivamente como unidades de saúde deve aguardar o julgamento dos recursos judiciais já em tramitação. (Com informações do STJ).

terça-feira, 30 de março de 2010

Anvisa aumenta o controle sobre a prescrição de medicamentos com Sibutramina

A partir desta terça-feira (30/03), os medicamentos que contenham a substância emagrecedora Sibutramina passam a ser classificados como psicotrópicos anorexígenos, e a tarja deles muda de vermelha para preta. A determinação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Pela RDC 13/2010, a substância foi remanejada da lista C1 para a B2, que trata dos medicamentos sujeitos a controle especial (portaria 344/98). Além disso, a comercialização só será permitida mediante apresentação de receituário azul, com numeração fornecida pela Vigilância Sanitária. Até então, a Sibutramina era comercializada com receita branca, sem número.

As empresas detentoras de registro de medicamentos à base de Sibutramina terão o prazo de 180 dias para fazerem as alterações necessárias, nas bulas e embalagens. Mas tanto os profissionais de saúde quanto as farmácias e drogarias já devem prescrever e exigir a receita azul, de imediato.

A Sibutramina foi desenvolvida na década de 1980, como antidepressivo. Age em áreas do cérebro que controlam não somente o humor e a sensação de bem-estar, mas, também, o apetite. Como promove uma sensação de saciedade alimentar, é indicada para o tratamento da obesidade ou quando a perda de peso está clinicamente indicada. É encontrada, principalmente, sob a forma do sal Cloridrato de Sibutramina.

No Brasil, está disponível nas concentrações de 10mg e 15mg, na forma industrializada, além das formulações manipuladas em farmácias magistrais.
Em janeiro deste ano, a Anvisa divulgou um alerta para os profissionais de saúde sobre o uso da Sibutramina.

O estudo SCOUT (Sibutramine Cardiovascular Outcomes) demonstrou aumento do risco cardiovascular não fatal nos pacientes tratados com a substância. A pesquisa indicou que o risco aumentou em 16% nos pacientes que utilizaram o medicamento, quando comparados com aqueles tratados com placebo.

A agência regulatória da União Européia (EMA – European Medicine Agency) suspendeu a autorização de comercialização para o medicamento, em toda a União Europeia. Nos Estados Unidos, contudo, não houve a proibição da fabricação e venda do medicamento.

O FDA (Food and Drug Administration) apenas solicitou a inclusão de novas contraindicações na bula do produto, para informar que a Sibutramina não deve ser usada em pacientes com histórico de doença cardiovascular.

Fontes: Anvisa e CRF-RS

domingo, 28 de março de 2010

Nutricionistas advertem contra o mau uso da ração humana

Uso do produto não é programa de emagrecimento, dizem.
Excesso de fibras pode causar sérios problemas intestinais.

A ração humana, produto que virou moda entre os que gostam de incluir novidades na dieta, deve ser usada com cuidado, adverte a nutricionista Juliana Verzolla, especialista em nutrição funcional.

Quem quer perder peso pulando a etapa do exercício físico e da boca fechada não pode se enganar: o produto não é uma solução, nem um programa de emagrecimento.

"A ração tem que ser misturada com leite ou suco. As fibras possuem muito açúcar e, em excesso, elas fazem mal", diz Juliana, que dá outra dica: muita gente está usando a ração de forma equivocada, substituindo refeições.


“A ração alia produtos saudáveis, mas eles não se adaptam ao organismo de qualquer pessoa”, diz Verzolla.

Outra nutricionista, Flávia Morais, que trabalha para a rede Mundo Verde, especializada em produtos naturais, diz que o uso abusivo da ração, que pode ser comprada pronta ou com os ingredientes separados, implica numa série de riscos.

“A ração só pode ser tomada uma vez ao dia e de preferência na parte da manhã. Essa mistura de cereais em pó pode trazer um sério risco à saúde, caso seja tomada sem orientação de um profissional”, diz Flávia.

Cecília vai comprar a ração por causa de um amigo. Ela descreve um possível quadro de problemas com o uso inadvertido da ração:
"A pessoa pode ter distinção abdominal ou até mesmo constipação intestinal, já que o organismo de cada um funciona de uma forma diferente", explica a nutricionista.

Flávia explica que a ração não é a fórmula para o emagrecimento e as fibras misturadas inibem o apetite. Ela alerta que exercícios físicos e dieta balanceada são essenciais para ter um corpo bonito e saudável. "A ração não tem segredo, é só saber conciliar atividades físicas com a mistura em pó", explica.

Ajuda no funcionamento do intestino
A principal razão que levou a economista Andréa Gomes, de 41 anos, a comprar ração humana foi acreditar na ajuda para o bom funcionamento do intestino.

"A ração deixou a minha pele e o meu cabelo mais bonitos, mas o principal diferencial foi que meu intestino está funcionando muito bem", acredita Andréa. Ela optou por comprar os ingredientes separados e fazer a mistura em casa.

Cecília Bastos, de 57 anos, resolveu comprar a ração humana por indicação de um amigo. "Ele falou que faz bem à saúde e que tudo funciona melhor, vou pagar pra ver, né?", informa a psicóloga.

Para Rachel Correia, a ração serviu para a família toda emagrecer. "Aqui em casa eu, meu filho e meu marido tomamos a ração misturada com leite e com uma fruta. Assim fica mais gostoso", diz a funcionária pública, de 39 anos.

Composição da farinha humana
Linhaça;
Farinha de trigo;
Leite de soja;
Farelo de aveia;
Levedo de cerveja;
Gergelim;
Germem de trigo;
Guaraná;
Gelatina;
Açúcar mascavo.

Fontes
www.g1.globo.com
www.raçaohumana.com.br

terça-feira, 23 de março de 2010

Anvisa discute a inclusão de antibióticos orais e injetáveis na lista de controlados




A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai discutir, em audiência pública, na próxima quarta-feira (24/03), em Brasília, a inclusão dos antibióticos orais e injetáveis na lista de medicamentos controlados.

A intenção é ampliar o controle sobre as vendas desse tipo de medicamento, com medidas mais restritivas para a prescrição e o comércio. Entre as ações que podem ser adotadas, estão a exigência de retenção de receita, alterações nos dizeres de rotulagem e bula e escrituração de alguns antibióticos nas farmácias e drogarias. De acordo com a Anvisa, a ampliação do controle pretende reduzir os casos de resistência bacteriana e contribuir para o uso racional de medicamentos no País.

Em nota, a agência disse que a resistência microbiana é um fenômeno natural, mas que o uso indiscriminado de antibióticos e a automedicação reduzem a eficácia dos medicamentos.

Fontes: Guia da Farmácia, Folha de Pernambuco e Anvisa

sábado, 23 de janeiro de 2010

Descarte de medicamentos vencidos




A rede Panvel de farmácias lançou o programa Destino Certo, que visa conscientizar a população a respeito do perigo do descarte incorreto de medicamentos, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), está realizando a coleta de remédios vencidos na Capital.recolher medicamentos vencidos dos clientes.

Inicialmente, o projeto será desenvolvido em 14 filiais em Porto Alegre, mas haverá expansão para toda a rede, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, ao longo do ano. O Programa Destino Certo busca auxiliar as pessoas quanto à destinação desses produtos, sem poluir o ambiente ou gerar riscos à saúde.

Em Guaíba a procura por parte da população quanto ao descarte de medicamentos é constante, visto que não existem postos de coleta. Quando o programa abranger a cidade,sanará uma lacuna importante para o progresso da preservação da saúde e do meio ambiente.

Uma das coordenadoras do programa, a farmacêutica da Dimed/Panvel Leonor Pinto Moura, diz que já existe uma demanda muito grande no balcão das farmácias de informações sobre o descarte.

– Não é necessário trazer caixa, bula ou cartelas, que podem ser colocadas no lixo seco, apenas os comprimidos em uma embalagem descartável – recomenda.

As unidades também aceitam xaropes (nos próprios vidros) e pomadas (nas bisnagas). As caixas não devem ser levadas para diminuir o volume de material descartado. Leonor adverte que não serão aceitos remédios de hospitais e clínicas.

Em uma campanha promovida pela UFRGS, em 2006, os remédios mais coletados foram analgésicos, antiinflamatórios, anti-reumáticos e antibióticos. Quando jogados no lixo comum, os produtos fora da data de validade podem contaminar a água e o solo. Se ingeridos, podem fazer mal à saúde, levando à intoxicação.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária estuda uma resolução que prevê a possibilidade de as farmácias aceitarem medicamentos vencidos.



POR QUE NÃO TOMAR REMÉDIOS VENCIDOS?
-O prazo de validade é a garantia de que o princípio ativo terá o efeito desejado naquele período. Vencido, pode não ter efeito terapêutico, causar alergias e efeitos colaterais.
- Nunca os jogue na privada ou no lixo. Leve a algum posto de coleta.

AS 14 FARMÁCIAS
- Shopping Iguatemi
- Shopping Praia de Belas
- Shopping Bela Vista – Nilópolis, 543, loja 5/6
- Posto Ipiranga – Assis Brasil, 2.827, loja 02
- Rua dos Andradas, 1.401, Centro
- Venâncio Aires, 1.102, Santana
- Vinte e Quatro de Outubro, 742
- Ramiro Barcelos, 1.115
- Gomes Jardim, 253, bloco B, Santana
- Cavalhada, 2.955
- Wenceslau Escobar, 2857, loja 04
- Coronel Bordini, 12, Auxiliadora
- Ipiranga, 6.681, prédio 12B, térreo
- Diário de Notícias, 300, loja 1.004

domingo, 6 de dezembro de 2009

Estudo aponta que determinados antibióticos podem prejudicar a formação fetal

Recente pesquisa apontou que determinados antibióticos, quando usados no período de gravidez, podem estar associados a dificuldades no desenvolvimento fetal. A constatação foi feita por pesquisadores americanos e publicada neste mês, na revista Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine.

De acordo com os pesquisadores, as sulfonamidas e as nitrofurantoínas poderiam aumentar os riscos de defeitos na formação do feto. Por outro lado, penicilinas, eritromicinas e cefalosporinas — antibióticos comumente utilizados pelas gestantes — não estariam associados a diversas complicações.
O estudo avaliou a associação entre o uso de antibióticos e os decorrentes problemas de formação fetal em mais de 13 mil mulheres que deram à luz a bebês. As sulfonamidas estiveram associadas à anencefalia, síndrome de hipoplasia do coração esquerdo, coarctação da aorta, atresia de coanas, entre outras distorções. No caso das nitrofurantoínas, houve registros de enoftalmia ou microftalmia, síndrome de hipoplasia do coração esquerdo, defeitos do septo atrial e fenda palatina e lábio leporino.

Fonte: UOL

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Remédio para lúpus pode ser primeiro fruto do projeto Genoma Humano



O projeto Genoma Humano, que busca conhecer os detalhes de nossa composição genética, ficou pronto em 2003, depois de 13 anos de esforço cooperativo científico internacional. Com o anúncio dessa descoberta, veio a expectativa de que daí sairiam novos medicamentos e, quem sabe, a cura de várias doenças.
Mas o final do sequenciamento dos nossos genes foi o início de uma nova fase de estudos, onde o papel das sequência de genes e suas interações podem ser conhecidas.


Com o passar dos anos, o público pode perceber o que os cientistas já sabem há muito tempo: de uma descoberta de ciência básica até que surja uma aplicação prática podem se passar anos.
Agora, em 2009, com publicação dos resultados promissores da pesquisa em humanos de um novo medicamento para o lúpus, podemos estar chegando perto daquele que será o primeiro produto nascido do projeto Genoma Humano.
O lúpus eritematoso é uma doença autoimune, ou seja, nosso organismo deixa de reconhecer algumas estruturas como parte de nosso corpo e passa a atacá-las.
Atualmente o tratamento disponível usa anti-inflamatórios e medicamentos que buscam diminuir a resposta imunológica de uma forma genérica. Esse novo medicamento, ainda não aprovado, se propõe a agir diretamente nos agentes químicos que iniciam essa resposta.
Estima-se que mais de 5 milhões de pessoas em todo o mundo tenham lúpus. A doença pode se manifestar de várias formas, desde alterações na pele até problemas nas articulações e lesões em órgãos internos.
O composto químico que pode ser o primeiro desenvolvido a partir de estudos do genoma se chama belimumab e pertence à classe dos anticorpos monoclonais, usados atualmente no tratamento de câncer.
Os estudos em humanos já passaram da fase final de avaliação e os resultados deverão ser submetidos às autoridades regulatórias no final de 2009. Os fabricante esperam que esteja no mercado em 2010.

Fonte: G1 – Ciência e Saúde

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

NOVAS REGRAS PARA FARMÁCIAS E DROGARIAS


A venda de medicamentos pela internet ou telefone deverá garantir o direito do cidadão à orientação farmacêutica. A medida faz parte das Boas Práticas Farmacêuticas, anunciadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta terça-feira (18).
A resolução RDC 44/09 (PDF) da Anvisa reforça as regras para o comércio de medicamentos e a prestação de serviços nos estabelecimentos farmacêuticos, desvirtuadas por interpretações pessoais de comerciantes e amparados por leis municipais e estaduais. É o fim da venda, entre outras coisas, de carne e sorvete nesses locais.
A partir de agora o comércio pela internet terá normas definidas. Para oferecer medicamentos na web as farmácias deverão existir fisicamente e estarem abertas ao público. Além disso, só serão aceitos endereços “.com.br”. As farmácias e drogarias que quiserem comercializar medicamentos por via remota informarão em seu endereço na internet o nome e telefone de contato com o farmacêutico de plantão para atendimento ao usuário. Além disso, o estabelecimento terá que publicar os alertas sanitários da Anvisa que ficarão à disposição do internauta.
De acordo com o diretor-presidente, Dirceu Raposo de Mello, é preciso cuidar do uso adequado de medicamentos e para isso os serviços farmacêuticos devem cumprir o seu papel de prover o usuário com informações corretas sobre o uso racional de medicamentos. “A farmácia é um estabelecimentos diferenciado, não se pode banalizar esse ambiente com produtos que não têm relação com o seu objetivo e que fazem com que o paciente caia em uma armadilha para consumir produtos que envolvem riscos”, explicou Raposo.
Segundo o diretor-presidente, a sociedade também ganhará com estabelecimentos que ofereçam uma atenção farmacêutica mais adequada aos usuários de medicamentos. A chamada Atenção Farmacêutica poderá ser oferecida como um serviço. Essa orientação contempla o monitoramento de parâmetros fisiológicos e bioquímicos de pessoas que utilizam medicamentos. O farmacêutico poderá, por exemplo, monitorar a pressão arterial de um cidadão para saber se a medicação para controle da pressão arterial está fazendo efeito. A Atenção Farmacêutica inclui, ainda, a administração de medicamentos injetáveis e inalatórios e o atendimento domiciliar, para a realização dos mesmos procedimentos que serão feitos na farmácia.
Outro serviço que poderá ser oferecido nesses estabelecimentos é a perfuração de orelha (lóbulo auricular) para a colocação de brincos. Isso vai permitir que o procedimento seja feito em condições seguras para o usuário.
A Resolução determina, ainda, que os medicamentos não poderão mais ficar ao alcance das mãos do usuário em farmácias e drogarias. Mesmo os produtos isentos de prescrição médica deverão ficar atrás do balcão para que o usuário faça a solicitação ao farmacêutico e receba o produto com a orientação necessária. As únicas exceções são os medicamentos fitoterápicos, por via dermatológica e sujeitos a notificação simplificada (ex. Água Boricada, Glicerina, Hidróxido de Magnésio, etc).
Os medicamentos isentos de prescrição podem ser adquiridos sem a apresentação da receita do médico, mas isso não significa que eles sejam isentos de risco. Por isso é importante o cidadão receber as orientações do profissional farmacêutico no momento da aquisição.

Conheça os principais pontos da RDC 44/09

Lista de produtos:

Somente produtos relacionados à saúde poderão ser comercializados em farmácias e drogarias. A lista inclui plantas medicinais, cosméticos, produtos de higiene pessoal, produto de saúde para uso por leigo e algumas categorias.

Saiba quais produtos podem ser comercializados (PDF)

Serviços

Atenção farmacêutica:

• Parâmetros fisiológicos: pressão arterial e temperatura corporal;

• Parâmetro bioquímico: glicemia capilar;• Administração de medicamentos;• Atenção farmacêutica domiciliar.

Perfuração de lóbulo auricular (colocação de brinco):

• Deverá ser feita com aparelho específico para esse fim e que utilize o brinco como material perfurante.

• É vedada a utilização de agulhas de aplicação de injeção, agulhas de suturas e outros objetos para a realização da perfuração.
Internet:

• Somente farmácias e drogarias abertas ao público, com farmacêutico responsável presente durante todo o horário de funcionamento, podem realizar a dispensação de medicamentos solicitados por meio remoto, como telefone, fac-símile (fax) e internet.

• Fica vedada a comercialização de medicamentos sujeitos a controle especial solicitados por meio remoto.

• Todos os pedidos para dispensação de medicamentos solicitados por meio remoto devem ser registrados.
Medicamento atrás do balcão:

• Os medicamentos deverão permanecer em área de circulação restrita aos funcionários, não sendo permitida sua exposição direta ao alcance dos usuários do estabelecimento.

• Placa na área destinada aos medicamentos: “MEDICAMENTOS PODEM CAUSAR EFEITOS INDESEJADOS. EVITE A AUTOMEDICAÇÃO: INFORME-SE COM O FARMACÊUTICO”

Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa
Excelente!! Fazia tempo que esta Resolução estava em discussão, graças a Deus foi aprovada. É um grande passo para a profissão farmacêutica, um grande avanço para a saúde do país.
Farmácia é lugar de medicamento, um estabelecimento de saúde. Sou contra até a comercialização de perfumaria (xampu, tintura para cabelo, sabonete...), mas isso ainda vou demorar para ver acontecer - talvez nunca veja - temos que nos preocupar em oferecer uma grande variedade de medicamentos para os pacientes, muito genérico, medicamentos fracionados, assistencia farmacêutica (orientação correta sobre os medicamentos), atenção farmacêutica, muiiiiita atenção farmacêutica!!!!!!!!! Este é o futuro da farmácia e do farmacêutico.
Vamos exercer nosso papel frente a população!!!!!!!!
A hora é agora, não podemos deixar passar esta oportunidade. Estamos iniciando um novo capítulo na história farmacêutica.
Muito obrigado a todos que lutaram pela discussão, criação e aprovação desta lei.
Farm. Emerson
CRF RS 10182